O final de semana que passou seguiu a antiga linha que levou a total obesidade: cama, comida e televisão. Não fiz mais nada que prestasse! Domingo ainda pensei em caminhar e aproveitar as paisagens para estrear a câmera nova, mas quem disse?!?! Tudo que pensava em fazer, terminava na minha cama assistindo a qualquer coisa que passasse na TV.
Péssimo!
Próxima semana é a segunda sessão com a nutricionista... Preciso retomar o ânimo das caminhadas e fechar a boca... Ao menos um pouco! O programa que ela passou não é absurdo nem proibitivo... É pura falta de vergonha na cara mesmo me entregar assim...
Tanto eu quanto minha filha engordamos desde a última consulta. Também, o que eu queria, né? Paramos a natação e as caminhadas de uma só vez... É a filha seguindo os passos da mãe! :-(
Enfim...
Será que esta semana eu reajo? Tenho que reagir! Se não pelo meu, ao menos pelo bem da filhota ...
segunda-feira, 24 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
Desculpas horrendas
Que desculpa mais de horrenda a do meu último post, não?
O problema é que a gente tem sempre que colocar a desculpa em algo para não assumir a pouca força de vontade.
Sexta cessaram as desculpas e nem por isso eu controlei ou moderei a voracidade... Hoje o relaxamento continua. Sem contar com a redução brusca na prática dos exercícios.
ahhhh... Pq eu fui me deixar engordar tanto?!?
O problema é que a gente tem sempre que colocar a desculpa em algo para não assumir a pouca força de vontade.
Sexta cessaram as desculpas e nem por isso eu controlei ou moderei a voracidade... Hoje o relaxamento continua. Sem contar com a redução brusca na prática dos exercícios.
ahhhh... Pq eu fui me deixar engordar tanto?!?
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Muito difícil!
Está realmente muito difícil controlar a alimentação.
Estas últimas semanas estão sendo marcadas pelas despedidas da P, minha melhor amiga que vai se mudar definitivamente para o Canadá. Óbvio que faço questão de comparecer a cada um destes eventos, pois tenho quase a certeza de que isso não se repetirá nunca mais e que, muito provavelmente, levaremos anos até nos reencontrarmos pessoalmente.
Passo, então, as primeiras horas do dia pensando em como moderar a alimentação sem perder os eventos, mas quando chego neles... Impossível seguir o programa mental.
Já cheguei a pensar em esperar que ela parta para seguir a recomendação da nutricionista, mas outro pensamento me passa pela mente: sempre haverá uma desculpa! Sempre haverá uma festa, um carnval, um Natal... Sempre terei motivo para esperar mais um pouco e, assim, postergar algo que é urgente para a minha saúde.
Acho que já é um sucesso eu ao menos tentar controlar... Mas não tem sido de todo bem sucedido porque sempre acabo comendo mais do que planejei...
Exemplo: ontem houve um café da manhã na empresa. Providenciei tangerinas para garantir a porção de frutas do dia, levei leite de soja para assegurar proteína mais saudáveis e me programei pra comer um pãozinho com queijo, mais uma fatia de bolo, no máximo. Segurei o máximo que pude mas, no final, acabei ingerindo algo como dois copos pequenos de leite de soja, meio pão Frances com queijo prato (único que tinha) e presunto, um financier, um pedaço de bolo de cenoura, uns 6 pães de queijo e ainda belisquei um empadão que tinha lá.... Não foi nada moderado! Devia ter saído de lá antes!
Bom... De qualquer modo o resto do dia foi moderado: almocei uma salada com uma tortinha light de palmito, comi 3 financiers no lanche da tarde, tomei café e comi 3 bolachas a noite e, no jantar, comi um sanduiche que era pão francês, peito de frango, queijo minas e muito alface. O financier foi a arte, mas o resto do dia foi moderado, não? AH! Teve ainda uma tangerina a tarde e melão a noite, ao invés do suco. Eu sei que a balança não reclamou quando me pesei hoje de manha. Estava ate 300 gramas mais leve do que semana passada...
Enfim.
Hoje teve um almoço no Outback. Fui planejando comer um prato executivo que vinha com 3 batatas coradas, 3 fatias de uma carne deliciosa e uma salada de entrada. Eis que pedem aquela deliciosa cebola de entrada. Nem preciso dizer que não resisti nem a ela, nem àquele pão preto, não é? No final, ainda cedi ao refrigerante e bebi uma fanta, mais alguns poucos goles num guaraná que apareceu milagrosamente na minha frente. .. Agora a tarde, só tomei café (sem açúcar) e comi uma tangerina no horário que a médica mandou. Porém... Acho que terá chope agora a noite...
Ai...
Não é a toa que o AA recomenda que seus seguidores deixem de freqüentar lugares habituais como festas e reuniões... É muito difícil mudar de atitude quando a rotina e os lugares sempre te lembram dos velhos e maus costumes!
Estas últimas semanas estão sendo marcadas pelas despedidas da P, minha melhor amiga que vai se mudar definitivamente para o Canadá. Óbvio que faço questão de comparecer a cada um destes eventos, pois tenho quase a certeza de que isso não se repetirá nunca mais e que, muito provavelmente, levaremos anos até nos reencontrarmos pessoalmente.
Passo, então, as primeiras horas do dia pensando em como moderar a alimentação sem perder os eventos, mas quando chego neles... Impossível seguir o programa mental.
Já cheguei a pensar em esperar que ela parta para seguir a recomendação da nutricionista, mas outro pensamento me passa pela mente: sempre haverá uma desculpa! Sempre haverá uma festa, um carnval, um Natal... Sempre terei motivo para esperar mais um pouco e, assim, postergar algo que é urgente para a minha saúde.
Acho que já é um sucesso eu ao menos tentar controlar... Mas não tem sido de todo bem sucedido porque sempre acabo comendo mais do que planejei...
Exemplo: ontem houve um café da manhã na empresa. Providenciei tangerinas para garantir a porção de frutas do dia, levei leite de soja para assegurar proteína mais saudáveis e me programei pra comer um pãozinho com queijo, mais uma fatia de bolo, no máximo. Segurei o máximo que pude mas, no final, acabei ingerindo algo como dois copos pequenos de leite de soja, meio pão Frances com queijo prato (único que tinha) e presunto, um financier, um pedaço de bolo de cenoura, uns 6 pães de queijo e ainda belisquei um empadão que tinha lá.... Não foi nada moderado! Devia ter saído de lá antes!
Bom... De qualquer modo o resto do dia foi moderado: almocei uma salada com uma tortinha light de palmito, comi 3 financiers no lanche da tarde, tomei café e comi 3 bolachas a noite e, no jantar, comi um sanduiche que era pão francês, peito de frango, queijo minas e muito alface. O financier foi a arte, mas o resto do dia foi moderado, não? AH! Teve ainda uma tangerina a tarde e melão a noite, ao invés do suco. Eu sei que a balança não reclamou quando me pesei hoje de manha. Estava ate 300 gramas mais leve do que semana passada...
Enfim.
Hoje teve um almoço no Outback. Fui planejando comer um prato executivo que vinha com 3 batatas coradas, 3 fatias de uma carne deliciosa e uma salada de entrada. Eis que pedem aquela deliciosa cebola de entrada. Nem preciso dizer que não resisti nem a ela, nem àquele pão preto, não é? No final, ainda cedi ao refrigerante e bebi uma fanta, mais alguns poucos goles num guaraná que apareceu milagrosamente na minha frente. .. Agora a tarde, só tomei café (sem açúcar) e comi uma tangerina no horário que a médica mandou. Porém... Acho que terá chope agora a noite...
Ai...
Não é a toa que o AA recomenda que seus seguidores deixem de freqüentar lugares habituais como festas e reuniões... É muito difícil mudar de atitude quando a rotina e os lugares sempre te lembram dos velhos e maus costumes!
terça-feira, 18 de maio de 2010
Retomando as atividades
Hoje lutei contra meus sonhos, minha cama, meu relógio e consegui levantar as 05:40h para retomar minhas atividades matinais.
Desde o início do mês, larguei a natação por questões financeiras (aliada também ao fato de que não estava satisfeita nem com o professor, nem com a qualidade da água e limpeza da piscina). Nesta mesma época peguei uma gripe que se transformou numa sinusite absurda que me deixou de cama por dois dias.
Com isso, a primeira a cair foi a tentativa de construção do hábito de me exercitar: cerca de 3 semanas sem exercícios. Depois, foi vez de relaxar com a alimentação. Desta vez, ao menos, foi apenas uma semana de relaxamento, mas que não me surpreenderia se resultasse na recuperação dos míseros 2 quilos perdidos ao longo deste tempo em que vinha me exercitando.
Vale ressaltar que desta vez eu vim por uma abordagem diferente: ao invés de incorporar a dieta e posteriormente, ou mesmo junto, entrar com os exercícios, eu me dispus a praticar exercícios e, aos poucos, controlar a alimentação. Esta tem me parecido mais difícil do que nunca já que todas as minhas emoções e meus prazeres estão limitados, quando não, fortemente ligados ao ato de comer.
Sendo assim, quando seu prazer se torna comer, emagrecer é muito mais difícil do que já o é naturalmente. É a voracidade que sempre procura um meio de se expressar.
Foi então que resolvi adotar esta nova abordagem. E a incorporação dos bons hábitos vinha sendo absorvida com mais qualidade, deste modo. Isso até eu adoecer, claro.
Acho que outro fator que fez cair a motivação foi a percepção de que a corrida não poderia continuar a ser alimentada sobre este peso.
No entanto, como dito no post anterior, a conversa de ontem com a minha amiga me fez perceber que com menos esforço do que eu pensava, é possível voltar a correr em breve. Claro, com muita moderação e cuidado, mas estando com sobrepeso, posso me conceder o direito de voltar a pensar em correr.
E foi com este pensamento que soquei travesseiro, dissipei os resquícios dos meus sonhos, pus a roupa e fui caminhar! Foram míseros 30 minutos de caminhada leve, mas devo confessar que já me sinto melhor e diferente.
Então sigamos caminhando e cantando, e seguindo a canção! ;-)
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Números...
Depois de cerca de 3 semanas sem correr, caminhar e fechar a boca, está na hora de retornar às metas.
Desde que me consultei com o cardio e a nutricionista penso em calcular quanto preciso emagrecer para chegar, ao menos, ao nível de sobrepeso. Hoje, depois que uma amiga de infância me chamou no MSN para falar de corridas, acabamos entrando no mérito do IMC. Eis que descobri minhas metas:
1ª) Alcançar o sobrepeso: Preciso perder cerca de 4 quilos para voltar ao nível de sobrepeso. Como minha altura é de 1,63 cm, preciso voltar a pesar ao menos 79 quilos para sair da obesidade.
2ª) Alcançar o peso normal: Esta já será uma meta mais arrojada e mais demorada, certamente. Para isso, preciso perder um total de 17 quilos. Desta feita, passaria dos 83 para os 66 quilos.
3ª) Os 60 quilos! Este foi o objetivo proposto pela minha nutricionista que acho ser o ideal para mim, mesmo. Muita gente acha exagero e diz que não se volta mais ao peso que se teve na juventude, mas esta minha juventude não esteve tão longe... Pesei isso a pouco mais de 4 anos. Acho factível voltar... No entato, esta meta é a maior de todas, ficando mais para "longo" prazo.
É isso... Números que nos perseguem... O jeito é tentar fazer deles aliados.. Será que consigo?
Desde que me consultei com o cardio e a nutricionista penso em calcular quanto preciso emagrecer para chegar, ao menos, ao nível de sobrepeso. Hoje, depois que uma amiga de infância me chamou no MSN para falar de corridas, acabamos entrando no mérito do IMC. Eis que descobri minhas metas:
1ª) Alcançar o sobrepeso: Preciso perder cerca de 4 quilos para voltar ao nível de sobrepeso. Como minha altura é de 1,63 cm, preciso voltar a pesar ao menos 79 quilos para sair da obesidade.
2ª) Alcançar o peso normal: Esta já será uma meta mais arrojada e mais demorada, certamente. Para isso, preciso perder um total de 17 quilos. Desta feita, passaria dos 83 para os 66 quilos.
3ª) Os 60 quilos! Este foi o objetivo proposto pela minha nutricionista que acho ser o ideal para mim, mesmo. Muita gente acha exagero e diz que não se volta mais ao peso que se teve na juventude, mas esta minha juventude não esteve tão longe... Pesei isso a pouco mais de 4 anos. Acho factível voltar... No entato, esta meta é a maior de todas, ficando mais para "longo" prazo.
É isso... Números que nos perseguem... O jeito é tentar fazer deles aliados.. Será que consigo?
domingo, 2 de maio de 2010
Adoencendo e regredindo
Para quem ainda tem fortes resquícios infantis creio que não seja uma surpresa regredir numa meta tão dura quanto abrir mão dos prazeres gustativos quando se adoece. Depois de quinze dias doente e com a última semana em crise de rinite alérgica, abandonei natação, corrida, caminhada, reeducação alimentar... E com isso, quilos perdidos foram recuperados.. humph!
Enfim, ainda não estou curada mas creio que o tratamento esteja começando a fazer efeito, sendo assim, espero poder retomar a nova rotina ainda esta semana.
A leitura pelas caminhas e corridas é minha bóia de esperança para que não regrida totalmente.
Enfim, ainda não estou curada mas creio que o tratamento esteja começando a fazer efeito, sendo assim, espero poder retomar a nova rotina ainda esta semana.
A leitura pelas caminhas e corridas é minha bóia de esperança para que não regrida totalmente.
domingo, 25 de abril de 2010
Circuito Vênus
Colocação: 2345
Sexo: F
Categoria:
Tempo Líquido: 00:43:57
Idade: 32
Faixa Etária: F3140
Colocação Faixa Etária: 864
Tempo Bruto: 00:48:06
Modalidade: 5KM
Juro que tentei me conformar com o lance de só poder caminhar, mas com toda aquela adrenalina no ar, não resisti: corri de um ponto qualquer do segundo quilômetro até o quarto. Parei para beber agua e me recuperar e lá pelos 600 metros finais, corri novamente até completar a prova.
Bom, fora o calor, fiquei suuuper feliz! Com a corrida, levei cerca de 7 minutos a menos para completar a prova.
Outra coisa que não resisti foi em não estrear meu tênis novo na corrida. Também não me arrependi por isso: dá para sentir ele amortecendo o impacto e é mais confortável que o antigo... Mais um motivo pra ficar feliz!
Depois, para fechar, uma massagem e um shiatsu ÓTIMOS.
Agora é continuar o programa: nadar, caminhar, emagrecer... Assim quem sabe na próxima corrida eu já não consiga percorrer todo o percurso correndo realmente?!?!
sábado, 24 de abril de 2010
Enquanto o restante do relato ainda não vem...
Hoje fui retirar meu kit para a corrida do Circuito Vênus que será realizada amanhã em frente ao MAM. Óbvio que adorei as massagenzinhas, o kit todo lindo, a borboletinha de zarovski...
Cheguei lá antes de abrir, por volta das 07:30 h para aproveitar bem tudo que tinha direito. Foi aí que meu senso crítico começou a registrar algumas melhorias que poderiam ser feitas:
1) Café da manhã:
Como moro bem longe do centro do Rio e 10 minutos podem resultar em atrasos de meia a uma hora, saí de casa sem tomar café contando com distribuição de iogurtes e lanchinhos como sempre ouvi falar que tinha no evento (foi minha primeira vez lá, lógico).
Ao que parece, a mudança de produção do evento também mudou isso. Lá só tinha a distribuição de um biscoito Quacker (muito gostoso, por sinal) e do hidrotônico da Propel. Fora isso, havia apenas a venda daquele cachorro quente meio sem graça que é pão e linguiça por R$ 4,00. Resultado: comi apenas um dos biscoitos pois nem o café do MAM abriu antes das 11:30h.
2) Preparação e pontualidade
Outra coisa que haviam me dito é que os kits costumavam ser entregues uns 15 minutos antes da hora oficial do evento e com uma estrutura impecável. Não só quem me disse isso mas também as meninas que estavam na fila e já eram ratas desta corrida reclamaram por este evento ter começado uns 5 minutos mais tarde (o que para o carioca normal nem é considerado atraso). O problema maior é que a abertura se deu de forma um tanto quanto despreparada: embora houvesse duas máquinas, ao menos de início havia apenas um menina para impressão de protocolo que acabou resultando numa fila bem mais demorada do que a da retirada dos kits para quem já tinha protocolo, embora a fila fosse cerca de 4 vezes menor.
Outro item que evidenciou o despreparo foi a falta de canetas para que as pessoas assinassem o protocolo na hora, conforme recomendação escrita no próprio protocolo, e informações truncadas nos estandes exclusivos para assinantes. Os mais desavisados iam até a fila de massagem para assinantes Prana Yoga e eram informados que não havia restrições até que, depois de um tempo considerável esperando, um rapaz chegou e assumiu o estande informando sobre este pequeno requisito para receber a massagem.
Enfim... Apenas items bobos... Nada que tire a graça do evento.
Claro que fui mal intencionada sabendo que a Nike venderia produtos lá com 20% de desconto...
Ah! Aí entra a terceira crítica: não vi descontos! Comprei o Nike+ Sportband e um tênis Nike que já vinha querendo a um tempo, mas estavam com o preço de mercado. O estoque também não continha muita variedade: minha amiga saiu sem a sainha que ela queria porque não havia estoques: o que estava exposto era o que estava a venda.
Bom... Eu fico mais triste pela falta dos 20% porque quanto ao estoque, quanto menos, menor as chances de gastar ainda mais! ;-)
Cheguei lá antes de abrir, por volta das 07:30 h para aproveitar bem tudo que tinha direito. Foi aí que meu senso crítico começou a registrar algumas melhorias que poderiam ser feitas:
1) Café da manhã:
Como moro bem longe do centro do Rio e 10 minutos podem resultar em atrasos de meia a uma hora, saí de casa sem tomar café contando com distribuição de iogurtes e lanchinhos como sempre ouvi falar que tinha no evento (foi minha primeira vez lá, lógico).
Ao que parece, a mudança de produção do evento também mudou isso. Lá só tinha a distribuição de um biscoito Quacker (muito gostoso, por sinal) e do hidrotônico da Propel. Fora isso, havia apenas a venda daquele cachorro quente meio sem graça que é pão e linguiça por R$ 4,00. Resultado: comi apenas um dos biscoitos pois nem o café do MAM abriu antes das 11:30h.
2) Preparação e pontualidade
Outra coisa que haviam me dito é que os kits costumavam ser entregues uns 15 minutos antes da hora oficial do evento e com uma estrutura impecável. Não só quem me disse isso mas também as meninas que estavam na fila e já eram ratas desta corrida reclamaram por este evento ter começado uns 5 minutos mais tarde (o que para o carioca normal nem é considerado atraso). O problema maior é que a abertura se deu de forma um tanto quanto despreparada: embora houvesse duas máquinas, ao menos de início havia apenas um menina para impressão de protocolo que acabou resultando numa fila bem mais demorada do que a da retirada dos kits para quem já tinha protocolo, embora a fila fosse cerca de 4 vezes menor.
Outro item que evidenciou o despreparo foi a falta de canetas para que as pessoas assinassem o protocolo na hora, conforme recomendação escrita no próprio protocolo, e informações truncadas nos estandes exclusivos para assinantes. Os mais desavisados iam até a fila de massagem para assinantes Prana Yoga e eram informados que não havia restrições até que, depois de um tempo considerável esperando, um rapaz chegou e assumiu o estande informando sobre este pequeno requisito para receber a massagem.
Enfim... Apenas items bobos... Nada que tire a graça do evento.
Claro que fui mal intencionada sabendo que a Nike venderia produtos lá com 20% de desconto...
Ah! Aí entra a terceira crítica: não vi descontos! Comprei o Nike+ Sportband e um tênis Nike que já vinha querendo a um tempo, mas estavam com o preço de mercado. O estoque também não continha muita variedade: minha amiga saiu sem a sainha que ela queria porque não havia estoques: o que estava exposto era o que estava a venda.
Bom... Eu fico mais triste pela falta dos 20% porque quanto ao estoque, quanto menos, menor as chances de gastar ainda mais! ;-)
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Cada dia uma nova descoberta
Hoje fui assistir "Alice no País das Maravilhas", de Tim Burton, com a minha filha e o pai dela. Após o filme, demos uma volta clássica pela Saraiva e descobri uma revista com o título sugestivo chamado "Caminhada já!", escrito por Marcos Paulo Reis (técnico da seleção brasileira de triatlo nas olimpíadas de Atenas e Sydney) e sua equipe. Claro que não resisti! Principalmente depois de ver algumas sugestões de treinos no final do livro.
A caminho e, mais tarde, em casa, descobri quão boa foi a compra ao ter muitas curiosidades e dúvidas sanadas, além de ótimas dicas.
A dica que me motivou a escrever este post é encontrada logo nas primeiras páginas e relata um projeto da Inglaterra com crianças entre 9 e 13 anos. Foram dados pedômetros para as crianças e proposto uma caminhada até Vênus. Segundo eles, isso significava completar "nada menos que 23 682 733 passos". A partir daí uma caminhada pelo sistema solar se torna o objetivo. Uma meta de 10 mil passos por dia é traçada para cada criança.
Bom, não preciso nem dizer que penso em propor o mesmo para minha filha, não é?
Diferente de quando eu era criança, quando minha mãe tinha que brigar para eu ficar em casa, a minha filha tem que ser praticamente obrigada a ir para a rua. Lógico que depois que ela vai, é outra briga para voltar... No entanto, até mesmo as brincadeiras da turminha da rua são feitas dentro das casas de seus pais, ou seja, sem muito movimento. Não a toa, com uma mãe obesa, amigas que "brincam" de ver TV e uma era onde os computadores e video-games imperam, minha filha, de 10 anos, já foi diagnosticada com sobrepeso.
Sendo assim, quem sabe esta brincadeira de contar seus passos e alcançar o sistema solar não contagia o resto da garotada e de quebra torna todos mais saudáveis?
Falta apenas encontrar um fator que a motive a alcançar as metas, mas isso não deve ser lá tão difícil... Ou será?
A caminho e, mais tarde, em casa, descobri quão boa foi a compra ao ter muitas curiosidades e dúvidas sanadas, além de ótimas dicas.
A dica que me motivou a escrever este post é encontrada logo nas primeiras páginas e relata um projeto da Inglaterra com crianças entre 9 e 13 anos. Foram dados pedômetros para as crianças e proposto uma caminhada até Vênus. Segundo eles, isso significava completar "nada menos que 23 682 733 passos". A partir daí uma caminhada pelo sistema solar se torna o objetivo. Uma meta de 10 mil passos por dia é traçada para cada criança.
Bom, não preciso nem dizer que penso em propor o mesmo para minha filha, não é?
Diferente de quando eu era criança, quando minha mãe tinha que brigar para eu ficar em casa, a minha filha tem que ser praticamente obrigada a ir para a rua. Lógico que depois que ela vai, é outra briga para voltar... No entanto, até mesmo as brincadeiras da turminha da rua são feitas dentro das casas de seus pais, ou seja, sem muito movimento. Não a toa, com uma mãe obesa, amigas que "brincam" de ver TV e uma era onde os computadores e video-games imperam, minha filha, de 10 anos, já foi diagnosticada com sobrepeso.
Sendo assim, quem sabe esta brincadeira de contar seus passos e alcançar o sistema solar não contagia o resto da garotada e de quebra torna todos mais saudáveis?
Falta apenas encontrar um fator que a motive a alcançar as metas, mas isso não deve ser lá tão difícil... Ou será?
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Decisões
Hoje dei mais um passo em busca da mente sã: marquei uma nutricionista pra mim e, de quebra, ela vai acompanhar minha filha também. É uma profissional que oferece aquele tipo de serviço "Personal diet", ou algo assim. Ela irá à minha casa no dia 04 de Maio para a nossa primeira consulta.
Meu primeiro passo para tentar reverter o diagnóstico de obesidade foi dado em Fevereiro, quando resolvi entrar para a natação.
Logo após, no dia 07 de Março, houve a primeira etapa do Circuito Adidas. Como a empresa incentiva o evento e depois de muita insistência da minha melhor amiga, que é corredora há cerca de 1 ano, resolvi participar. Embora eu tenha apenas caminhado durante a prova, amei! Desde então, comecei a caminhar as terças e quintas, por volta das 05h40min da matina.
Na semana seguinte foi a Corrida da Mulher, para a qual inscrevi também a minha filha. Eram 7,5 Km. Como eu havia lido no regulamento que a corrida teria o tempo máximo de 75 minutos, eu e minha filha empregamos um ritmo de 10 minutos por quilômetro. Quando nosso ritmo caia, fazíamos uma leve corrida, normalmente por volta do último minuto que faltava pra fechar o quilômetro. No final, massagens e massagens...
Pouco depois, esta mesma amiga me presenteou com a primeira edição da revista WRun. A partir de então, minhas caminhadas passaram a seguir o programa publicado nesta primeira edição dedicado aos iniciantes.
Atualmente, faço natação toda segunda, quarta e sexta, e treino entre caminhadas e trotes às terças e quintas.
No entanto, minha alimentação não mudou. Continuo comendo as porcarias de sempre! Tenho uma alimentação muito variada: como desde legumes e verduras às besteiras mais desnecessárias, como chocolates e açúcares mil. Aliás, tenho é compulsão por doces! E depois de muito doce, sempre preciso de muito salgado... Enfim... Aquela velha balança desregulada de sempre. Mesmo assim, a balança começou a cair muito gradualmente. Tinha decidido que continuaria assim: já que não consigo parar de comer besteiras, iria incluir cada vez mais exercícios à minha rotina!
Mas desde a semana passada o plano começou a mixar. Peguei uma gripe que me fez desmotivar de tudo. Não fui à natação na sexta por conta de um teste ergométrico que faria no sábado, mas quando chegou o sábado, não consegui levantar da cama para praticamente nada. Estava totalmente entregue à gripe.
Domingo teve uma caranguejada na casa da minha prima e ela desenterrou uma foto minha de 2001. Eu estava magérrima! Lembro que nesta época eu me achava terrivelmente gorda. Mas não estava! Para variar... Nenhum pouco! Vou pedir pra ela digitalizar a foto e colocar aqui como recordação. A partir daí comecei a ficar pensativa novamente sobre o assunto.
Veio a segunda-feira e mais uma vez não me senti motivada para ir à natação. Com a gripe, sentia fortes dores na lombar e, pasme, preferi ir à pizzaria com a minha filha e o pai dela (outro bocó que está magro e fica obcecado por estar cada vez mais magro).
Na terça eu novamente aproveitei a desculpa da gripe, aliada ao feriado na quarta, e deixei a corrida para o dia seguinte. Eis que, quando chego ao escritório, recebo a terceira edição da revista WRun . A minha amiga querida de sempre havia assinado um ano de revista para mim e colocou o endereço da empresa como de entrega.
Empolgada, nem esperei o almoço para abrir... Fui logo olhando as matérias do mês e qual não foi a minha surpresa quando vi a matéria sobre gordinhas que querem correr!?! Não resisti e li ali mesmo no escritório!
Fiquei MUITO triste! A matéria dizia que quem está com sobrepeso pode correr com ressalvas pelo alto risco de lesões, no entanto, quem é diagnosticado com obesidade não deve correr. Deve apenas caminhar.
Adoro caminhar! Mas realmente estava muito empolgada com a possibilidade de correr. Havia parado na sexta semana do programa desta mesma revista, a qual incluía um treino com 4' de corrida leve seguidos de 1' de caminhada... Estava tão orgulhosa de mim!
Ok! Eu deveria saber, não é? Quem não imagina isso?!? Como alguém obeso pode querer já correr por aí como uma pessoa magra?!? Que onda! Mas como seguia um programinha lindo e bem gradual, esperava mesmo que não houvesse maiores problemas.
Enfim... Com a matéria, fiquei com mais perguntas do que respostas, o que foi construindo a idéia de montar este blog.
Uma das dúvidas que não ficou claro até agora é o papel de um endocrinologista. Fui a 2 deles desde o ano passado e ambos só sabiam passar sibutramina. Não precisei deste profissional para me diagnosticar obesa. Meu cardiologista fez isso e parece cuidar muito melhor de mim. Um dos endócrinos até olhou para mim e perguntou "E aí?" quando terminei de contar o meu caso...
Bom... Esta é a pergunta que venho me fazendo há anos: "E aí?".
Meu terapeuta já havia me dito há tempos que eu tenho que parar de esperar um estímulo externo. Tivemos uma sessão inteirinha dedicada a esta conversa. Claro que foram mais sessões dedicadas à compulsão alimentar e consumista, mas uma em especial deixou este ponto bem claro: estou sempre esperando que algo externo me convença que devo parar de comer e entrar numa dieta.
Chega! Cansei de lamentação! Pelo menos por agora, claro... Mas está mais do que na hora de agir! Marquei a nutricionista! Dinheiro? Óbvio que não tenho! Também sou consumista ao extremo e tive uma crise (ainda estou tentando passar por ela) no início do ano que comprometeu até a minha alma. Mas se eu arrumo dinheiro pra comer na rua, ir ao cinema e comprar roupa, também hei de arrumar pra cuidar da minha saúde!
Enfim... Isso tudo foi para dizer que creio ter dado os passos que faltavam: exercícios e nutrição!
Primeira meta: passar da obesidade para o sobrepeso.
Cultivar a paciência será uma boa maneira de chegar lá... ;-)
Meu primeiro passo para tentar reverter o diagnóstico de obesidade foi dado em Fevereiro, quando resolvi entrar para a natação.
Logo após, no dia 07 de Março, houve a primeira etapa do Circuito Adidas. Como a empresa incentiva o evento e depois de muita insistência da minha melhor amiga, que é corredora há cerca de 1 ano, resolvi participar. Embora eu tenha apenas caminhado durante a prova, amei! Desde então, comecei a caminhar as terças e quintas, por volta das 05h40min da matina.
Na semana seguinte foi a Corrida da Mulher, para a qual inscrevi também a minha filha. Eram 7,5 Km. Como eu havia lido no regulamento que a corrida teria o tempo máximo de 75 minutos, eu e minha filha empregamos um ritmo de 10 minutos por quilômetro. Quando nosso ritmo caia, fazíamos uma leve corrida, normalmente por volta do último minuto que faltava pra fechar o quilômetro. No final, massagens e massagens...
Pouco depois, esta mesma amiga me presenteou com a primeira edição da revista WRun. A partir de então, minhas caminhadas passaram a seguir o programa publicado nesta primeira edição dedicado aos iniciantes.
Atualmente, faço natação toda segunda, quarta e sexta, e treino entre caminhadas e trotes às terças e quintas.
No entanto, minha alimentação não mudou. Continuo comendo as porcarias de sempre! Tenho uma alimentação muito variada: como desde legumes e verduras às besteiras mais desnecessárias, como chocolates e açúcares mil. Aliás, tenho é compulsão por doces! E depois de muito doce, sempre preciso de muito salgado... Enfim... Aquela velha balança desregulada de sempre. Mesmo assim, a balança começou a cair muito gradualmente. Tinha decidido que continuaria assim: já que não consigo parar de comer besteiras, iria incluir cada vez mais exercícios à minha rotina!
Mas desde a semana passada o plano começou a mixar. Peguei uma gripe que me fez desmotivar de tudo. Não fui à natação na sexta por conta de um teste ergométrico que faria no sábado, mas quando chegou o sábado, não consegui levantar da cama para praticamente nada. Estava totalmente entregue à gripe.
Domingo teve uma caranguejada na casa da minha prima e ela desenterrou uma foto minha de 2001. Eu estava magérrima! Lembro que nesta época eu me achava terrivelmente gorda. Mas não estava! Para variar... Nenhum pouco! Vou pedir pra ela digitalizar a foto e colocar aqui como recordação. A partir daí comecei a ficar pensativa novamente sobre o assunto.
Veio a segunda-feira e mais uma vez não me senti motivada para ir à natação. Com a gripe, sentia fortes dores na lombar e, pasme, preferi ir à pizzaria com a minha filha e o pai dela (outro bocó que está magro e fica obcecado por estar cada vez mais magro).
Na terça eu novamente aproveitei a desculpa da gripe, aliada ao feriado na quarta, e deixei a corrida para o dia seguinte. Eis que, quando chego ao escritório, recebo a terceira edição da revista WRun . A minha amiga querida de sempre havia assinado um ano de revista para mim e colocou o endereço da empresa como de entrega.
Empolgada, nem esperei o almoço para abrir... Fui logo olhando as matérias do mês e qual não foi a minha surpresa quando vi a matéria sobre gordinhas que querem correr!?! Não resisti e li ali mesmo no escritório!
Fiquei MUITO triste! A matéria dizia que quem está com sobrepeso pode correr com ressalvas pelo alto risco de lesões, no entanto, quem é diagnosticado com obesidade não deve correr. Deve apenas caminhar.
Adoro caminhar! Mas realmente estava muito empolgada com a possibilidade de correr. Havia parado na sexta semana do programa desta mesma revista, a qual incluía um treino com 4' de corrida leve seguidos de 1' de caminhada... Estava tão orgulhosa de mim!
Ok! Eu deveria saber, não é? Quem não imagina isso?!? Como alguém obeso pode querer já correr por aí como uma pessoa magra?!? Que onda! Mas como seguia um programinha lindo e bem gradual, esperava mesmo que não houvesse maiores problemas.
Enfim... Com a matéria, fiquei com mais perguntas do que respostas, o que foi construindo a idéia de montar este blog.
Uma das dúvidas que não ficou claro até agora é o papel de um endocrinologista. Fui a 2 deles desde o ano passado e ambos só sabiam passar sibutramina. Não precisei deste profissional para me diagnosticar obesa. Meu cardiologista fez isso e parece cuidar muito melhor de mim. Um dos endócrinos até olhou para mim e perguntou "E aí?" quando terminei de contar o meu caso...
Bom... Esta é a pergunta que venho me fazendo há anos: "E aí?".
Meu terapeuta já havia me dito há tempos que eu tenho que parar de esperar um estímulo externo. Tivemos uma sessão inteirinha dedicada a esta conversa. Claro que foram mais sessões dedicadas à compulsão alimentar e consumista, mas uma em especial deixou este ponto bem claro: estou sempre esperando que algo externo me convença que devo parar de comer e entrar numa dieta.
Chega! Cansei de lamentação! Pelo menos por agora, claro... Mas está mais do que na hora de agir! Marquei a nutricionista! Dinheiro? Óbvio que não tenho! Também sou consumista ao extremo e tive uma crise (ainda estou tentando passar por ela) no início do ano que comprometeu até a minha alma. Mas se eu arrumo dinheiro pra comer na rua, ir ao cinema e comprar roupa, também hei de arrumar pra cuidar da minha saúde!
Enfim... Isso tudo foi para dizer que creio ter dado os passos que faltavam: exercícios e nutrição!
Primeira meta: passar da obesidade para o sobrepeso.
Cultivar a paciência será uma boa maneira de chegar lá... ;-)
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